Diagnóstico do domínio da linguagem escrita

Segue abaixo um plano para diagnosticar o domínio da linguagem escrita. Não esqueça de fazer as adaptações cabíveis de acordo com a realidade apresentada.

Objetivo(s) 
Identificar o domínio de cada aluno em relação aos padrões da linguagem escrita.
Conteúdo(s) 
Produção de texto

Ano(s) 
Material necessário 
  • Folhas para escrever
  • Lápis
  • Borracha

No caso de alunos com deficiência intelectual, providencie, também:
  • Uma prancha de comunicação.
Desenvolvimento 
1ª etapa 
Converse com a turma sobre a atividade que você vai propor, explicando que ela será importante para o planejamento das próximas aulas e vai ajudar todos a escrever com mais segurança. A tarefa é reproduzir por escrito uma fábula (de conhecimento da turma) que será lida por você em sala.
2ª etapa 
Depois da leitura, converse sobre o enredo para que as crianças se familiarizem ao máximo com a história. Você pode solicitar que contem a fábula oralmente para ter a certeza de que todos têm condições de reproduzi-la por escrito. Por fim, peça que os alunos a escrevam por conta própria.

Avaliação 
O diagnóstico é feito ao analisar os textos de acordo com uma lista de problemas e dificuldades previamente estabelecida, que considere tanto padrões de escrita como características do gênero escolhido. No caso das fábulas, uma sugestão possível é a seguinte:

Padrões de escrita 
- Apresenta muitas dificuldades para representar sílabas cuja estrutura seja diferente de consoante-vogal.
- Apresenta erros por interferência da fala na escrita em fim de palavras.
- Apresenta erros por interferência da fala na escrita no radical.
- Troca letras ("c"/"ç", "c"/"qu", "r"/ "rr", "s"/"ss", "g"/"gu", "m"/"n") por desconhecer as regularidades contextuais do sistema ortográfico.
- Troca letras ("c"/"ç"/"s"/"ss"/"x", "s"/"z", "x"/"ch", "g"/"j") por desconhecer as múltiplas representações do mesmo som.
- Realiza trocas de consoantes surdas (produzidas sem vibração das cordas vocais, como "p" e "t") e sonoras (com vibração das cordas, como "b" e "d").
- Revela problemas na representação da nasalização ("ã"/"an").
- Não domina as regras básicas de concordância nominal e verbal da língua.
- Não segmenta o texto em frases usando letras maiúsculas e ponto (final, interrogação, exclamação).
- Não emprega a vírgula em frases.
- Não segmenta o texto em parágrafos.
- Não dispõe o texto (margens, parágrafos, títulos, cabeçalhos) de acordo com as convenções.

Características do gênero 
- Modifica o conflito principal da história.
- Não evidencia a relação entre os personagens.
- Não constrói o clímax.
- Transforma o desfecho da história.
- Não constrói o texto de modo a retomar ideias anteriores para dar unidade de sentido (coesão referencial).
- Não usa marcadores temporais.

Assim que preencher a análise de todos os alunos, faça a tabulação dos dados. Se você tiver acesso a um computador e um software de edição de planilhas (do tipo Excel), esse trabalho poderá ser feito com mais rapidez. Consolide os dados e verifique quantas vezes os problemas listados aparecem no texto de cada criança. Em seguida, registre o total de vezes que esse problema aparece em todo o grupo. Com base nesse diagnóstico, liste os problemas principais que precisam ser trabalhados com toda a turma, tratando-os como conteúdos prioritários para o semestre.

Essa análise também vai permitir que você identifique dificuldades individuais dos alunos. Uma opção para tratá-las é planejar atividades em grupos, desde que eles reúnam alunos com diferentes níveis de conhecimento. Dessa forma, os estudantes mais avançados poderão interagir com aqueles que têm dificuldades para que possam se desenvolver juntos.

Tenha cuidado ao formar esses grupos. O nível de conhecimento dos alunos deve ser variado, porém, não muito. Caso contrário, corre-se o risco de o aluno com dificuldade não conseguir acompanhar o colega mais avançado. 

Flexibilização 
Para alunos com paralisia cerebral, mas com um nível razoável de compreensão, ofereça uma explicação individual a respeito da atividade que será realizada e marque no quadro todas as etapas da aula. A repetição é fundamental para o acompanhamento.

Ao invés de realizar o trabalho de reprodução da fábula individualmente, divida a turma em duplas, para que o aluno seja apoiado por um colega. Ambos devem discutir o enredo da fábula, mas o aluno sem deficiência servirá como escriba. Caso o aluno seja incapaz de falar com clareza, uma alternativa é utilizar uma prancha de comunicação - um cartaz com imagens e trechos da fábula para que o aluno com deficiência possa apontar (com as mãos ou pés) os elementos sobre os quais deseja contar algo.

Se necessário, estenda o tempo da atividade e oriente os familiares do aluno com deficiência para que releiam a história com ele em casa, antes da produção textual.

Flexibilização para deficiência intelectual 
Peça à família ou ao AEE que leiam mais vezes a fábula escolhida e que o aluno a reconte. Em classe, tenha uma conversa antecipada com ele para que possa perceber melhor o comportamento esperado. Proponha ao grupo um reconto oral em que cada um conte parte da fábula. Combine antes qual será lida por ele. A escrita da fábula pode ser feita em dupla, se ele não for alfabético. Nesse caso, o colega será o escriba.

Se o aluno ainda não dominar a escrita, explore bastante o reconto oral e a leitura das ilustrações. O reconto pode ser gravado em áudio e explorado junto com todo o grupo.

Como funciona a rádio escola?

As primeiras transmissões de voz por ondas de rádio surgiram no final do século 19 e, desde então, elas passaram a ser desenvolvidas e usadas das mais diversas formas. Hoje, além das ligações feitas entre centrais telefônicas, a comunicação por rádio é utilizada em telefones celulares, internet sem fio, televisão digital, GPS e até nas comunicações por satélite. Para se realizar essas transmissões, é preciso dispor de uma estrutura que depende muito do tipo de comunicação que se quer realizar. "Entretanto, a estrutura básica é sempre a mesma. São necessários um transdutor, um modulador, um amplificador e uma antena", afirma José Roberto Castilho Piqueira, professor titular do Departamento de Engenharia de Telecomunicações e Controle da Esola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). 
Na Revista Nova Escola é possível compreender como funciona a rádio na escola, bem como o contexto histórico.





Rádio e escola, uma sintonia fina

Em São Paulo ou num vilarejo ribeirinho do Pará, programas comunitários mostram a importância da comunicação para a aprendizagem. Clique aqui.


Explorando o site Prezi Brasil

No site Prezi Brasil é possível explorar e aprender a criar várias ferramentas visuais.
Segue abaixo uma apresentação em Prezi, a qual ganhou o prêmio Animais da Amazônia – Melhor Prezi Educacional de 2014.






Em 2013, Salve os Oceanos foi o vencedor. Se encante com esta possibilidade pedagógica e ouse  levar à sua sala de aula mais um recurso lúdico e didático.


Como criar uma apresentação eletrônica no Prezi?

Sites Educativos



Para começar o ano cheio de idéias para trabalhar com os alunos, sugerimos este site. Vale a pena explorá-lo AQUI.
Bom trabalho!!!


Curso de Redes Proinfo

O curso Redes de Aprendizagem, tem o objetivo de preparar os professores para compreenderem o papel da escola frente à cultura digital, dando-lhes condições de utilizarem as novas mídias sociais no ensino.



Curso Certificação

Nos dias 17 e 18 de setembro o NTE recebeu a formação para Elaboração de Cursos EAD e apresentação do Portal Interativo do site portal.educacao.rs.gov.br muito bem apresentado e divulgado pela integrante da MSTECH, Fernanda Canabarro.
Através deste portal é possível, além de certificarmos nossos professores pelos cursos ofertados e concluídos oferecer cursos em EAD e a certificação.






GT do Ensino Médio

Nos dias 4 e 5/09 tivemos bastante trabalho junto à equipe da CGEMEP/SEDUC e com a nossa coordenadora pedagógica Malú Pinto.
O GT do Ensino Médio formou-se aleatoriamente por integrantes dos NTEs para representarem os demais afim de discutir e unir forças para a inserção das tecnologias no Ensino Médio através dos encontros do PACTO. Foram representantes de Erechin, São Borja, porto Alegre, Passo Fundo, São Luiz Gonsaga, Cachoeira do Sul, Osório, Uruguaiana e Crus Alta.
No encontro foi apresentado para a equipe da CGEMEP quem é o NTE e para quem está a serviço. Passamos dois dias nos conhecendo e descobrindo coisas que deveriam estar linkadas por se tratar de um mesmo órgão, mas que na verdade precisa ser fortalecido, amparado e respaudado.
A equipe encantadora da professora Neuzinha e a sempre protetora, batalhadora e defensora dos NTEs, querida Malú, abrilhantaram o encontro. E falando na Malú, todo o brilho que hoje ela está tendo é resultado de seu trabalho dedicado ao pedagógico da SEDUC, junto a nós...nós adoramos os pirulitos!!
Traçamos metas após uma breve e fiel apresentação,onde o objetivo era fortalecer parceria de apoio às TICs junto aos coordenadores do Ensino Médio das CREs.
Certamente esta caminhada está apenas no início, mas foi de muita importância este espaço dentro da SEDUC para os NTEs.








CmapTools




Vídeo do professor Paulo Correia da USP falando sobre o mapa Conceitual e a importância da pergunta focal para a elaboração de bons mapas conceituais.





O que são e para que servem os Mapas Conceituais?



Pedagogia de Projetos






Dia 29/08/2014 foi o dia da formação do Laboratório Móvel da EEEM Ildefonso Simões Lopes

Um dia encantador e de muito trabalho com o grande grupo da escola. O grupo ficou satisfeito com o Xubuntu e já está empenhado em transformar e recuperar as máquinas da escola.

OBS: As fotos serão postadas assim que recebermos.

Formação: Laboratório Móvel

No dia 28/08 alguns representantes das escolas 9 de Maio, Inst. Barão de Tramandaí e Inst. Riachuelo participaram da Formação de Laboratório Móvel no NTE.
Os professores trouxeram os nets e aprenderam a utilizá-lo através da substituição da imagem, Xubuntu do Linux.
Os nets apresentam o sistema operacional Linux e com a parceria dos colegas de NTE/Santa Maria - Philip e Renato, foi possível alterar a imagem do mesmo. Isso significa que o sistema livre, Linux, continua, mas com a aparência do Windows, sistema operacional mais próximo da vida dos professores, o trabalho com os alunos será mais freqüente, dando ao professor maior autonomia e segurança para inserir as tecnologias existentes na escola no seu cotidiano.
Foi maravilhoso partilhar da sabedoria dos colegas Maurício e Guaracy, do Instituto Riachuelo e do professor Sérgio do Instituto Barão de Tramandaí, os quais muito contribuíram para que o trabalho com Linux, sistema livre, seja efetivo nas escolas, pois dar e ter acesso às máquinas livres das pragas virtuais só é possível porque escolhemos o Linux como parceiro.