Aprenda como criar, como usar e mexer no Pinterest - use com seus alunos!!!

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Alguns poderão dizer que já temos redes sociais suficientes e que não precisamos de outras. Mas a nova Pinterest já chegou a poucos meses e está ocupando espaço significativo com um novo formato de compartilhamento, específico para imagens e vídeos, alta velocidade de interação e compartilhamento. O Pinterest é uma jeito divertido e eficiente de mostrar para quem te segue o que você tem visto de melhor navegando na internet.
Pinterest Logo
Esta nova rede social, o Pinterest http://pinterest.com/, chegou e rapidamente conquistou o gosto das pessoas por sua simplicidade de conexão, layout e navegabilidade super simples e fácil, focado no compartilhamento específico de imagens e vídeos. Há espaço para adicionar comentários e textos junto ao que foi compartilhado e a interação se dá especialmente em seguir as pessoas, comentar o que elas compartilham e dar Repin naquilo que mais gostou.
O que atrai usuários para o Pinterest é que o serviço pode ser incorporado à navegação doFacebook ou Twitter e tem botões de compartilhamento rápido, sem precisar abrir o site do Pinterest toda hora que encontrar algo legal e quiser compartilhar. Também envia seu “Pinning” direto para o Twitter ou Facebook, o que amplia a divulgação.
Tudo é dividido em categorias de interesse, pessoas que você segue e conteúdos compartilhados, de forma que você organiza as informações do seu jeito. É uma grande “parede” ou quadro virtual para colar imagens e vídeos que você gosta, mostrando para seus amigos.
Tela de conteúdo do Pinterest

1. Solicitar convite

O serviço do Pinterest não está disponível abertamente para inscrição, mas você pode solicitar convite. Pode levar alguns dias para a resposta chegar, mas eu recebi o convite no mesmo dia. É apenas uma outra forma de cadastro. No fim, todos conseguem.
Como você pode ver na imagem abaixo, quando se entra na página principal do Pinterest você verá o botão de solicitar convite “Request an Invite”:
Convite para acessar e entrar no Pinterest
Então é aguardar o email de resposta.

2. Conectar ao Facebook ou Twitter

Chegada a resposta com o convite para acessar o Pinterest, você vai clicar num link dentro do email recebido, que o levará à página para conectar sua conta do Facebook ou Twitter ao serviço.
Conectar Facebook ao Pinterest
Com os dados de conexão com sua conta do Facebook é que sua conta será criada e ainda serão localizados alguns amigos que já estejam usando o serviço.

3. Criar uma conta (nome de usuário, URL e senha)

Depois de inserir o aplicativo você voltará à página de criação da conta para gerar um nome de usuário e senha. Esse nome de usuário também será parte do endereço de sua página pessoal do Pinterest e você poderá divulgar esse endereço para seus amigos.
Criar uma conta de usuário no Pinterest
O endereço de sua página será http://pinterest.com/SEUusuario. Como exemplo, tenho aqui a minha página no Pinterest que criei, mas ainda não tem muita coisa compartilhada:

4. Selecionar assuntos de interesse

O sistema do Pinterest vai sugerir pessoas e encontrar seus amigos que já usam o serviço. Isso será baseado numa lista de interesses comuns que você pode selecionar manualmente. Está em inglês, mas as imagens ajudam:
Assuntos e pessoas de interesse no Pinterest
Clique sobre as opções desejadas, quantas quiser e depois role a página para clicar no botão de continuar. você verá as sugestões de quem você está seguindo e terá inserido seus amigos do Facebook ou twitter que usam o Pinterest também adicionados à lista.

5. Criar Boards no Pinterest

Aqui começa a etapa de criar seus próprios “quadros” (Pinboards) de imagens e vídeos para compartilhar. Depois de clicar no botão “Create Boards” você poderá escolher quais assuntos quer compartilhar e já dividir seus interesses. São sugeridas alguns padrões, mas os nomes podem ser mudados e você pode criar seus próprios, sem seguir os padrões.
Estes serão os primeiros “Pinboards” que você irá criar e usar como categorias para o que for compartilhar. Tudo o que é compartilhado precisa entrar dentro de uma categoria como essas ou serem criadas novas. É o que organiza suas imagens e vídeos.

6. Adicionar o botão Pin no Chrome para compartilhamentos

Se você usa o Google Chrome como navegador de internet, seus compartilhamentos podem ser facilitados usando o botão. Aqui tem um vídeo mostrando como é adicionado o botão no Chrome e como é feito o compartilhamento de um conteúdo no Pinterest.
Alguns sites e blogs já possuem o botão do serviço para que você compartilhe o conteúdo deles.

7. Role a página e clique no botão “Start pinning!”

Agora é começar a usar o serviço, administrando seu próprio painel e interagindo com as pessoas.
Nessa tela é que você verá tudo o que você tem compartilhado e poderá administrar seu perfil e conteúdos, interagir com quem comentar suas imagens e vídeos ou recebeu Repin.
Mesmo tendo chegado agora, o Pinterest já conquistou boa fatia do mercado como você pode ver no artigo que publicamos sobre o tempo médio que as pessoas passam nas redes sociais. Nesse ponto o Pinterest já rivaliza com o Twitter: Quanto tempo as pessoas passam nas redes sociais?.
Penso que o forte do Pinterest como rede social seja a sua simplicidade e objetividade sobre o que se deseja compartilhar e como interagir.


Fonte: ferramentasblog.com

Utilizar dispositivos móveis pode tornar uma aula mais interativa, mas todos os estudantes precisam ter acesso. Se você quer garantir que isso aconteça, veja aplicativos de gravação que podem ajudar


10 APLICATIVOS DE GRAVAÇÃO PODEROSOS PARA PROFESSORES USAREM EM AULA: 1. SCREENCHOMP

O aplicativo é gratuito e permite que você se conecte ao Dropbox e adicione páginas de PDF. Os vídeos produzidos por meio dele podem ser enviados para o site da TechSmith, onde podem ser baixados mais tarde no formato MP4, além de serem compartilhados por e-mail.


10 APLICATIVOS DE GRAVAÇÃO PODEROSOS PARA PROFESSORES USAREM EM AULA: 2. SHOW ME

Permite que você armazene as suas gravações no aplicativo ou as envie para o Showme.com. O aplicativo, também gratuito, permite que você pesquise na web por imagens e possui uma interface amigável ao usuário. Nele você também pode criar contas para os seus alunos, onde pode compartilhar as apresentações.


10 APLICATIVOS DE GRAVAÇÃO PODEROSOS PARA PROFESSORES USAREM EM AULA: 3. EDUCREATIONS

O aplicativo oferece a possibilidade de gravações multi-páginas sem a necessidade de limpar o ecrã para adicionar novos conteúdos. Além disso, você pode adicionar imagens do rolo da sua câmera, da web ou mesmo do Dropbox. O app ainda permite que você faça o upload de vídeos no Educreations.com.


10 APLICATIVOS DE GRAVAÇÃO PODEROSOS PARA PROFESSORES USAREM EM AULA: 4. DOCERI 

Permite a escolha de diversos backgrounds em uma biblioteca, de modo que você personalize a apresentação. Há ainda uma grande quantidade de ferramentas de desenho disponíveis. Ao fim das gravações, você pode classificá-las em pastas, salvá-las no rolo da câmera ou ainda compartilhá-las em suas redes sociais, como o Facebook, o Twitter e o YouTube.


10 APLICATIVOS DE GRAVAÇÃO PODEROSOS PARA PROFESSORES USAREM EM AULA: 5. EXPLAIN EVERYTHING

O aplicativo custa 2,99 dólares e possui um modo de classificação de slides, ponteiros de laser, ferramentas de formato e diversas fontes. Nele você também pode importar fotos, salvar arquivos em diversos formatos e conectar-se ao Dropbox e ao Evernote. As apresentações podem ser enviadas por e-mail ou salvas no rolo de fotos da sua câmera.


10 APLICATIVOS DE GRAVAÇÃO PODEROSOS PARA PROFESSORES USAREM EM AULA: 6. DOODLECAST PRO

O aplicativo oferece ferramentas extra úteis, como ponteiros de mouse que podem ser utilizados ao longo da apresentação. Você também pode escolher imagens para o seu plano de fundo e controlar os tamanhos de caneta, cor e opacidade. Suas apresentações podem ser exportadas para o rolo da câmera, enviadas por e-mail ou para o YouTube e o Dropbox.


10 APLICATIVOS DE GRAVAÇÃO PODEROSOS PARA PROFESSORES USAREM EM AULA: 7. EXPLAIN A WEBSITE

O app tem um custo de 99 centavos de dólar e permite anotar e gravar diretamente de um site. Todas as anotações mantém-se em movimento, como se o site estivesse se deslocando. Seus projetos podem ser exportados para o Dropbox e para o Evernote, para sua biblioteca de fotos ou ainda serem publicados no YouTube.


10 APLICATIVOS DE GRAVAÇÃO PODEROSOS PARA PROFESSORES USAREM EM AULA: 8. TEACH

O aplicativo é destinado exclusivamente a professores que criam conteúdo. Possui uma série de recursos úteis para o ensino, mas não permite que os vídeos sejam enviados por e-mail após concluídos. As apresentações também não podem ser transferidas ou incorporadas em outros sites. No entanto, você pode salvar os vídeos no aplicativo e editá-los quando quiser.


10 APLICATIVOS DE GRAVAÇÃO PODEROSOS PARA PROFESSORES USAREM EM AULA: 9. ASK3

Fornece uma abordagem original, porque os professores podem criar aulas para que seus estudantes participem de graça, sem e-mail. Uma vez que o professor começa o screencast, ele automaticamente é levado aos estudantes, que podem assistir e comentar o vídeo.


10 APLICATIVOS DE GRAVAÇÃO PODEROSOS PARA PROFESSORES USAREM EM AULA: 10. STAGE

Com o quadro interativo do aplicativo você pode fazer anotações sobre imagens transmitidas ao vivo ou mesmo em filmagens e fotos do seu rolo da câmera. Adicione palavras-chave a uma imagem e utilize ferramentas de forma também.

Fonte:Universia

O QUE É EDUCOMUNICAÇÃO?

A educomunicação é um paradigma orientador de práticas que têm como
 objetivo o fortalecimento do protagonismo dos sujeitos sociais, mediante
 a gestão compartilhada e solidária das tecnologias da informação, num
 exercício prático do direito universal à expressão. Visível nas ações do
 movimento social, em toda a América Latina, a partir dos anos de 1960, 
através da comunicação alternativa e da educação popular, o conceito, 
sistematizado pelo NCE/USP, em 1999, tem como seu principal desafio, 
hoje, converter-se em política pública, em condições de beneficiar,
 no Brasil, um público representado por um total aproximado de dois
 milhões e meio de professores e mais de 50 milhões de estudantes do 
ensino básico, além de milhares de agentes culturais que se dedicam à 
educação não formal. No Brasil, a educomunicação tem sido levada a
 setores  sociais voltados para as áreas da educação em saúde, em 
sustentabilidade e  em meio ambiente, através de ações que primam pelo 
emprego de procedimentos  dialógicos e participativos de comunicação. 
A pesquisa sobre o conceito e o esforço  para difundir sua prática tem 
caracterizado a ação de aproximadamente 18 centros
 de pesquisas, em todo o Brasil, com mais de 120 teses publicadas sobre o tema. 
Frente a este cenário, a ABPEducom – Associação Brasileira dos Pesquisadores 
e Profissionais da Educomunicação organiza, em Porto Alegre, em junho de 2015, 
juntamente com a PUC/RS e com o apoio do NCE/USP e da UFSM, o VI 
Encontro Brasileiro de Educomunicação e o III Educom Sul, com o tema 
Diversidade e educomuncação: tecendo saberes e integrando práticas.


FONTE: 6educom

A conexão que faz a diferença

Dadas as dimensões continentais de nosso país, a tecnologia tem um papel fundamental na articulação de municípios longínquos, na troca de experiências e na construção de saberes que podem ser ministrados a distância. Para Fernando Almeida, ex-secretário municipal de Educação de São Paulo e responsável pela logística dos módulos não presenciais da Escola de Gestores, um programa do Ministério da Educação (MEC), a tecnologia é também uma forte aliada do diretor no cotidiano escolar: "Ela possibilita disponibilizar um grande número de dados com transparência, prestar contas, controlar as notas de alunos e a presença dos professores e permite que qualquer outra informação seja colocada em rede aberta." O domínio da internet e de programas de edição de texto, de apresentação de dados e de tabulações é parte importante dos cursos de reciclagem de diretores oferecidos no país.
Projeto Um Computador para Cada Aluno, em Porto Alegre: o que importa não é melhorar o ensino, mas a aprendizagem. Foto: Tamires Kopp
Projeto Um Computador para Cada Aluno, em Porto Alegre: o que importa não é melhorar o ensino, mas a aprendizagem
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, doutora em Educação e coordenadora do programa de Gestão Escolar e Tecnologias, desenvolvido pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, afirma que as escolas não exploram todo o potencial que a tecnologia oferece. "É nesse contexto que surge a importância da formação não só para o professor mas também para os funcionários, para que a tecnologia não seja utilizada só em sala de aula, mas faça parte do coletivo." 

Leia a íntegra AQUI.

AEE Tecnologias na Educação


Sugestão de blog voltado ao AEE - Tecnologias na Educação.
Vale a pena conferir!!!

Ritalina, a droga legal que ameaça o futuro



Com efeito comparável ao da cocaína, droga é receitada a crianças questionadoras e livres. Professora afirma: “podemos abortar projetos de mundo diferentes”
Por Roberto Amado, no DCM
É uma situação comum. A criança dá trabalho, questiona muito, viaja nas suas fantasias, se desliga da realidade. Os pais se incomodam e levam ao médico, um psiquiatra talvez.  Ele não hesita: o diagnóstico é déficit de atenção (ou Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH) e indica ritalina para a criança.
O medicamento é uma bomba. Da família das anfetaminas, a ritalina, ou metilfenidato, tem o mesmo mecanismo de qualquer estimulante, inclusive a cocaína, aumentando a concentração de dopamina nas sinapses. A criança “sossega”: pára de viajar, de questionar e tem o comportamento zombie like, como a própria medicina define. Ou seja, vira zumbi — um robozinho sem emoções. É um alívio para os pais, claro, e também para os médicos. Por esse motivo a droga tem sido indicada indiscriminadamente nos consultórios da vida. A ponto de o Brasil ser o segundo país que mais consome ritalina no mundo, só perdendo para os EUA.
A situação é tão grave que inspirou a pediatra Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, a fazer uma declaração bombástica: “A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro”, disse ela em entrevista ao  Portal Unicamp. “Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil  anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível”, diz ela.
O fato, no entanto, é que o uso da ritalina reflete muito mais um problema cultural e social do que médico. A vida contemporânea, que envolve pais e mães num turbilhão de exigências profissionais, sociais e financeiras, não deixa espaço para a livre manifestação das crianças. Elas viram um problema até que cresçam. É preciso colocá-las na escola logo no primeiro ano de vida, preencher seus horários com “atividades”, diminuir ao máximo o tempo ocioso, e compensar de alguma forma a lacuna provocada pela ausência de espaços sociais e públicos. Já não há mais a rua para a criança conviver e exercer sua “criancice.
E se nada disso funcionar, a solução é enfiar ritalina goela abaixo. “Isso não quer dizer que a família seja culpada. É preciso orientá-la a lidar com essa criança. Fala-se muito que, se a criança não for tratada, vai se tornar uma dependente química ou delinquente. Nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona. Ao contrário: não funciona. E o que está acontecendo é que o diagnóstico de TDAH está sendo feito em uma porcentagem muito grande de crianças, de forma indiscriminada”, diz a médica.
Mas os problemas não param por aí. A ritalina foi retirada do mercado recentemente, num movimento de especulação comum, normalmente atribuído ao interesse por aumentar o preço da medicação. E como é uma droga química que provoca dependência, as consequências foram dramáticas. “As famílias ficaram muito preocupadas e entraram em pânico, com medo de que os filhos ficassem sem esse fornecimento”, diz a médica. “Se a criança já desenvolveu dependência química, ela pode enfrentar a crise de abstinência. Também pode apresentar surtos de insônia, sonolência, piora na atenção e na cognição, surtos psicóticos, alucinações e correm o risco de cometer até o suicídio. São dados registrados no Food and Drug Administration (FDA)”.
Enquanto isso, a ritalina também entra no mercado dos jovens e das baladas. A medicação inibe o apetite e, portanto, promove emagrecimento. Além disso, oferece o efeito “estou podendo” — ou seja, dá a sensação de raciocínio rápido, capacidade de fazer várias atividades ao mesmo tempo, muito animação e estímulo sexual — ou, pelo menos, a impressão disso. “Não há ressaca ou qualquer efeito no dia seguinte e nem é preciso beber para ficar loucaça”, diz uma usuária da droga nas suas incursões noturnas às baladas de São Paulo. “Eu tomo logo umas duas e saio causando, beijando todo mundo, dançando o tempo todo, curtindo mesmo”, diz ela.

Em breve


Acesse aqui e faça seu cadastro para inscrição e informação a respeito do Curso de Tecnologias Digitais Acessíveis oferecido pela UFRGS.

Projeto desenvolvido em Osório conquista primeiro lugar em evento nacional de pesquisa

O projeto “Reaproveitamento de subprodutos agroindustriais no desenvolvimento de produto enriquecido com fibras para celíacos”, desenvolvida no Câmpus Osório, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), recebeu quatro premiações na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), realizada na Universidade de São Paulo (USP), entre os dias 16 e 20 de março de 2015. A pesquisa tem por objetivo desenvolver um produto de panificação para o público intolerante ao glúten que seja agradável ao paladar e acrescido de fibras através do reaproveitamento de subprodutos da agroindústria da região do litoral norte do Rio Grande do Sul. Entre os prêmios recebidos, destaque para a conquista do primeiro lugar na categoria Ciências Agrárias e o credenciamento para participar de evento científico nos Estados Unidos. Leia a notícia na íntegra clicando aqui.


Openshot

O tutorial selecionado tem a finalidade de apoiá-los quanto à criação de vídeos na escola utilizando o OpenShot.


Tutorial

Gente que educa: O ponto de encontro dos educadores






O Gente que Educa é uma comunidade profissional para educadores. Estude em grupos, receba conteúdos exclusivos e compartilhe seu conhecimento.Faça parte, é grátis.
Cadastre-se já e tenha aos seu lado a diversidade do apoio pedagógico.

Diagnóstico do domínio da linguagem escrita

Segue abaixo um plano para diagnosticar o domínio da linguagem escrita. Não esqueça de fazer as adaptações cabíveis de acordo com a realidade apresentada.

Objetivo(s) 
Identificar o domínio de cada aluno em relação aos padrões da linguagem escrita.
Conteúdo(s) 
Produção de texto

Ano(s) 
Material necessário 
  • Folhas para escrever
  • Lápis
  • Borracha

No caso de alunos com deficiência intelectual, providencie, também:
  • Uma prancha de comunicação.
Desenvolvimento 
1ª etapa 
Converse com a turma sobre a atividade que você vai propor, explicando que ela será importante para o planejamento das próximas aulas e vai ajudar todos a escrever com mais segurança. A tarefa é reproduzir por escrito uma fábula (de conhecimento da turma) que será lida por você em sala.
2ª etapa 
Depois da leitura, converse sobre o enredo para que as crianças se familiarizem ao máximo com a história. Você pode solicitar que contem a fábula oralmente para ter a certeza de que todos têm condições de reproduzi-la por escrito. Por fim, peça que os alunos a escrevam por conta própria.

Avaliação 
O diagnóstico é feito ao analisar os textos de acordo com uma lista de problemas e dificuldades previamente estabelecida, que considere tanto padrões de escrita como características do gênero escolhido. No caso das fábulas, uma sugestão possível é a seguinte:

Padrões de escrita 
- Apresenta muitas dificuldades para representar sílabas cuja estrutura seja diferente de consoante-vogal.
- Apresenta erros por interferência da fala na escrita em fim de palavras.
- Apresenta erros por interferência da fala na escrita no radical.
- Troca letras ("c"/"ç", "c"/"qu", "r"/ "rr", "s"/"ss", "g"/"gu", "m"/"n") por desconhecer as regularidades contextuais do sistema ortográfico.
- Troca letras ("c"/"ç"/"s"/"ss"/"x", "s"/"z", "x"/"ch", "g"/"j") por desconhecer as múltiplas representações do mesmo som.
- Realiza trocas de consoantes surdas (produzidas sem vibração das cordas vocais, como "p" e "t") e sonoras (com vibração das cordas, como "b" e "d").
- Revela problemas na representação da nasalização ("ã"/"an").
- Não domina as regras básicas de concordância nominal e verbal da língua.
- Não segmenta o texto em frases usando letras maiúsculas e ponto (final, interrogação, exclamação).
- Não emprega a vírgula em frases.
- Não segmenta o texto em parágrafos.
- Não dispõe o texto (margens, parágrafos, títulos, cabeçalhos) de acordo com as convenções.

Características do gênero 
- Modifica o conflito principal da história.
- Não evidencia a relação entre os personagens.
- Não constrói o clímax.
- Transforma o desfecho da história.
- Não constrói o texto de modo a retomar ideias anteriores para dar unidade de sentido (coesão referencial).
- Não usa marcadores temporais.

Assim que preencher a análise de todos os alunos, faça a tabulação dos dados. Se você tiver acesso a um computador e um software de edição de planilhas (do tipo Excel), esse trabalho poderá ser feito com mais rapidez. Consolide os dados e verifique quantas vezes os problemas listados aparecem no texto de cada criança. Em seguida, registre o total de vezes que esse problema aparece em todo o grupo. Com base nesse diagnóstico, liste os problemas principais que precisam ser trabalhados com toda a turma, tratando-os como conteúdos prioritários para o semestre.

Essa análise também vai permitir que você identifique dificuldades individuais dos alunos. Uma opção para tratá-las é planejar atividades em grupos, desde que eles reúnam alunos com diferentes níveis de conhecimento. Dessa forma, os estudantes mais avançados poderão interagir com aqueles que têm dificuldades para que possam se desenvolver juntos.

Tenha cuidado ao formar esses grupos. O nível de conhecimento dos alunos deve ser variado, porém, não muito. Caso contrário, corre-se o risco de o aluno com dificuldade não conseguir acompanhar o colega mais avançado. 

Flexibilização 
Para alunos com paralisia cerebral, mas com um nível razoável de compreensão, ofereça uma explicação individual a respeito da atividade que será realizada e marque no quadro todas as etapas da aula. A repetição é fundamental para o acompanhamento.

Ao invés de realizar o trabalho de reprodução da fábula individualmente, divida a turma em duplas, para que o aluno seja apoiado por um colega. Ambos devem discutir o enredo da fábula, mas o aluno sem deficiência servirá como escriba. Caso o aluno seja incapaz de falar com clareza, uma alternativa é utilizar uma prancha de comunicação - um cartaz com imagens e trechos da fábula para que o aluno com deficiência possa apontar (com as mãos ou pés) os elementos sobre os quais deseja contar algo.

Se necessário, estenda o tempo da atividade e oriente os familiares do aluno com deficiência para que releiam a história com ele em casa, antes da produção textual.

Flexibilização para deficiência intelectual 
Peça à família ou ao AEE que leiam mais vezes a fábula escolhida e que o aluno a reconte. Em classe, tenha uma conversa antecipada com ele para que possa perceber melhor o comportamento esperado. Proponha ao grupo um reconto oral em que cada um conte parte da fábula. Combine antes qual será lida por ele. A escrita da fábula pode ser feita em dupla, se ele não for alfabético. Nesse caso, o colega será o escriba.

Se o aluno ainda não dominar a escrita, explore bastante o reconto oral e a leitura das ilustrações. O reconto pode ser gravado em áudio e explorado junto com todo o grupo.

Como funciona a rádio escola?

As primeiras transmissões de voz por ondas de rádio surgiram no final do século 19 e, desde então, elas passaram a ser desenvolvidas e usadas das mais diversas formas. Hoje, além das ligações feitas entre centrais telefônicas, a comunicação por rádio é utilizada em telefones celulares, internet sem fio, televisão digital, GPS e até nas comunicações por satélite. Para se realizar essas transmissões, é preciso dispor de uma estrutura que depende muito do tipo de comunicação que se quer realizar. "Entretanto, a estrutura básica é sempre a mesma. São necessários um transdutor, um modulador, um amplificador e uma antena", afirma José Roberto Castilho Piqueira, professor titular do Departamento de Engenharia de Telecomunicações e Controle da Esola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). 
Na Revista Nova Escola é possível compreender como funciona a rádio na escola, bem como o contexto histórico.





Rádio e escola, uma sintonia fina

Em São Paulo ou num vilarejo ribeirinho do Pará, programas comunitários mostram a importância da comunicação para a aprendizagem. Clique aqui.