Assistindo palestra do GEG - Grupo de Educadores Google. " A tecnologia não substitui o professor, mas o professor que não usa tecnologia será substituído."Em SENID -Passo Fundo.
     
Colegas do NTE com o professor Nelson Pretto no SENID/Passo Fundo.

Outro mundo - educação é possível!!!!



SENID segue com excelente programação


Quantas maravilhas e possibilidades de trocas no 4º SENID. Os NTEs estão muito bem representados neste magnífico seminário discutindo sobre as tecnologias no fazer pedagógico.
Vale a pena assistir o vídeo.

IV Seminário Nacional de Inclusão Digital (Senid)

De 18 a 20 de abril de 2016 estará acontecendo na Universidade de Passo Fundo
o IV Seminário Nacional de Inclusão Digital! O evento é organizado pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Inclusão Digital e sua temática é “A Liberdade Digital de Aprender”.

Da programação do evento, disponível em http://senid.upf.br/index.php/tudo-..., destacamos:
  • 1º O Encontro Gaúcho de Grupos de Educadores Google. Contará com o apoio
da Google e discutirá muitas questões interessantes relacionadas às tecnologias 
Google na educação bem como sobre Metodologias Ativas;
  • 1º Laboratório de Cultura Digital na Educação. Inicia às 21h do dia 18/4 e

finaliza às 9h do dia 19/4. Neste laboratório será possível conhecer e experimentar 
atividades envolvendo Games, RPG, Animes, Mangás, etc.

  • O Encontro Gaúcho dos Núcleos de Tecnologia Educacional. Apoiado pela
Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Sul, contará com a 
participação de responsáveis dos NTEs gaúchos;
  • 2º Encontro Municipal de Inovações Educacionais. Realizado pela Secretaria

Municipal de Educação de Passo Fundo.
Os inscritos no Senid poderão participar da programação de todos os eventos paralelos e receberão certificação válida para atividades complementares, e a colega NEUZA RAMOS WAGNER está lá, representando o NTE/Osório-11ª CRE
para que mediante tamanhos desafios, possamos socializar com nossos colegas 
professores, inovações no mundo das TICs.


Aplicativos Educacionais Abertos

Já imaginou se uma tabela reunisse vários aplicativos livres para celulares e tablets do sistema Android? E se essa tabela também apresentasse indicações de quais disciplinas poderiam usar o recurso? Melhor ainda, não é? Pois agora isso existe, graças ao projeto “Software Educacional livre para Dispositivos Móveis”.
Elaborada pelo professor Paulo Francisco Slomp e pelo estudante André Ferreira Machado, ambos da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), a tabela reúne 305 aplicativos, que podem ser usados como complemento para o processo de ensino-aprendizagem. Desses, 78 servem para a educação infantil, 154 para os anos iniciais do ensino fundamental, 173 para os anos finais do ensino fundamental, 181 para o Ensino Médio e 203 para o Ensino Superior.
Para quem não sabe, o nome software livre significa, no caso da tabela, que o aplicativo é um REA (Recurso Educacional Aberto). A sigla, por sua vez, é usada para designar um material educativo licenciado de forma pública, permitindo que qualquer pessoa interessada use ou adapte o conteúdo da forma como preferir.
Os aplicativos que figuram na tabela começaram a ser analisados em abril de 2015. O projeto foi finalizado em fevereiro de 2016, quando a compilação foi lançada de forma aberta ao público, tanto para visualizações quanto para contribuições. “A tabela está sob uma licença de Creative Commons. A gente selecionou mais de 300 aplicativos, mas eles surgem a todo instante. Mantendo a tabela aberta, cada um pode colocar novos aplicativos que nós não conhecemos”, defende Ferreira. Segundo ele, essa é exatamente a filosofia do software livre.
Dentro da tabela, o material também é dividido por área de conhecimento. Entre elas: acessibilidade, biologia, educação física, educação artística, ensino religioso, física (subdividida em categorias como acústica, astronomia e atmosfera), geografia (também subdividida em categorias como atmosfera, bússola, capitais e mapas), idiomas (bibliotecas, catalão, coreano, entre outras), informática (redes e programação), jogo, matemática (álgebra, ângulos, aritmética, calculadora financeira,  entre outras), medicina, música, química (eletroforese, isótropos, jogo, moléculas e tabela periódica) e sociologia.
Navegando pelo mapeamento, é possível perceber que algumas áreas contam com maior número de recursos disponíveis. Para matemática, por exemplo, existem 61 aplicativos; física conta com 25 e geografia com 33. “Existe uma grande quantidade de aplicativos para áreas de ciências e exatas, além de geografia. É uma opinião pessoal, mas eu acho que as pessoas que desenvolvem os aplicativos são mais inclinadas a ciências exatas, por isso o maior número”, defende Ferreira.
Mudança de planos
Apesar do resultado final, o projeto surgiu com uma proposta diferente. “Em 2013, eu e meu orientador percebemos que tinha uma categoria na Wikipedia em inglês só sobre software educacional livre, e que essa mesma categoria não existia em português. Então nós começamos a traduzir os artigos para nossa língua”, relata o estudante de matemática da UFRGS, André Ferreira. Ele conta que, no meio desse processo, surgiu a ideia de criar uma tabela para catalogar alguns dos programas citados nos artigos. Em 2014, a proposta resultou em uma tabela de softwares educacionais livres para desktop (computadores de mesa).
Entretanto, com o aumento do uso de smartphones, o projeto tomou uma nova direção. “Depois que nós fizemos a tabela de programas para desktop, pensamos em fazer uma versão para dispositivos móveis, já que o uso desses aparelhos está cada vez maior no Brasil”, explica.
A escolha pela tabulação de aplicativos do sistema Android, segundo Ferreira, foi por uma questão prática. “A iTunes Store (a loja da Apple, que usa sistema operacional IOS) não aceita aplicativos sob licenças livres. Já a Google Play Store (loja do sistema operacional Android) aceita diferentes tipos de licenças livres, menos a GPL (do inglês, Licença Pública Geral).
Critérios de Seleção
O principal critério utilizado para a seleção dos aplicativos foi a finalidade educacional. Durante o processo de avaliação dos softwares, Ferreira e Slomp utilizaram, entre outras, uma lista do site F-Droid, que reúne um catálogo de softwares gratuitos de código aberto para Android.
Segundo Ferreira, o F-Droid tem uma categoria chamada Ciência e Educação. Juntamente com o seu orientador, ele fez o download e avaliou cada programa dessa área, para depois colocá-lo na tabela. “Nesse processo, nós percebemos que muitos softwares não estão categorizados como Ciência e Educação, mas podem ser usados com uma finalidade educacional. Por exemplo: nós encontramos um aplicativo de mapas, que está na categoria Navegação. Tudo bem, isso ajuda a velejar, mas também pode ser usado em sala de aula”, explica o estudante de matemática.
Diante dessa possibilidade, a dupla decidiu analisar todos os programas disponíveis na plataforma até dezembro de 2015. Ao todo, foram 1700 aplicativos avaliados. “Nós analisamos a interface, o idioma e como o aplicativo funciona de maneira geral. Nós instalamos em um tablet para testar aqueles que nós consideramos que poderiam ser usados”.
A tabela está disponível em português, e também conta com versões em inglês,espanhol, francês e italiano.

Livros em Áudio

Livros em áudio para auxiliar nas atividades com alunos de baixa visão, sala de recursos,enfim, para oportunizar a alegria da leitura aos alunos e crianças.

Material muito rico. Acesse AQUI.

A Turma em volta do professor Edu Coruja ouvindo a história do Monteiro Lobato

O que é o GLOGSTER?

O Glogster, é uma plataforma grátis, privada e segura e é uma valiosa ferramenta educacional que pode abordar diversas áreas, incluindo matemática, línguas, ciências, história, arte, fotografia e música, entre outras.

    A potencialidade mais evidente prende-se com o facto de os professores, que usam o site como uma alternativa para a realização de posters tradicionais, criarem uma sala de aula virtual privada através do site www.edu.glogster.com e, em seguida, introduzirem e integrarem dinâmicas multi-sensoriais em atividades de aprendizagem tradicional de texto.

    Os alunos criam "Glogs", feitos com texto, imagens, vídeos, fotografias, gráficos, música e muito mais, para demonstrar os seus conhecimentos e habilidades no tema que foi indicado pelo professor. O Glogster proporciona aos estudantes experiências de aprendizagem divertidas, imaginativas e inovadoras, promovendo a auto-expressão criativa e independente, melhorando o relacionamento aluno/professor e fomentando o trabalho em equipa no âmbito da realização de projetos colaborativos.







Fonte: http://leituradeencantar.blogspot.com.br/2012/06/o-glogster-e-uma-plataforma-gratis.html
           https://www.youtube.com/watch?v=qlCJRq7ISRk

  

  



  




Nos dias 14 e 15/03 desta semana os Coordenadores de NTEs estiveram reunidos na Sala Paulo Freire da SEDUC/RS afim de apontar o plano de ação do ano de 2016 bem como receber as novas orientações da casa. Foram dois dias de bastante trabalho e ajustes no que tange a área das formações pedagógicas e agora com a parceria com a empresa Google e as Escolas de Tempo Integral.
Esperamos fortalecer o trabalho do NTE com o apoio do DP e da Logística da casa.
Vamos lá!!

Parceria com o Google disponibilizará ferramentas digitais para escolas estaduais


Foto da Notícia 


Um Termo de Cooperação firmado nesta segunda-feira pela Secretaria de Estado da Educação e o Google, por meio da Mstech Educação e Tecnologia – parceira da empresa americana – disponibilizará gratuitamente às escolas do Estado ferramentas tecnológicas para o apoio às atividades em sala de aula.  
De acordo com o representante do Google, Rodrigo Pimentel, uma das primeiras ferramentas que estará à disposição dos professores gaúchos é o Google Expeditions, que trabalha com realidade virtual. Usando smartphones e um Google Cardboard - óculos feito de papelão que pode ser adquirido ou fabricado artesanalmente -, os alunos podem participar de um tour virtual por diferentes lugares do mundo.
A primeira escola a receber o Expedictions deverá ser o Colégio Estadual Três Mártires, de Palmeira das Missões. O diretor Marcos Hivan Machado, que participou do lançamento da parceria nesta segunda-feira, conta que os professores já utilizam a Nuvem do Google para armazenar conteúdos programáticos e arquivos administrativos, como notas de avaliações e listas de chamada. O diretor afirma que a nova ferramenta terá função essencial na sala de aula, pois mostrará aos alunos outros lugares e realidades culturais.
“Nossa missão é analisar o status da rede e trazer as melhores ferramentas do Google para auxiliar os governos a resolverem problemas como o interesse dos alunos pelas aulas. No Rio Grande do Sul nossa expectativa é muito grande, tanto pela abertura que tivemos com a Secretaria, quanto pelo interesse que os professores demonstraram”, afirma Rodrigo.
Por meio da Mstech, a empresa americana fornecerá capacitação aos 30 Núcleos de Tecnologia Educacional da Seduc, responsável por auxiliar e treinar os professores nas escolas.
A ideia é iniciar o trabalho em cerca de 300 estabelecimentos, tanto na Capital, quanto no interior do Estado, com foco especial para os 104 que funcionam em tempo integral.
O secretário Vieira da Cunha lembra que a parceria é fruto da viagem que fez aos Estados Unidos, em janeiro deste ano, ao lado de outros secretários de Educação do país.
“Eu tinha certeza que essa viagem renderia bons frutos, pois o roteiro contemplava o Vale do Silício. A convite do governo americano, tivemos a oportunidade de visitar algumas empresas como a Google. Foi quando começamos a falar sobre a possibilidade desta parceria que hoje está se realizando. O que nós queremos na nossa gestão é exatamente procurar caminhos diferentes que possam fazer a atividade dos nossos alunos mais prazerosa e, consequentemente, mais eficiente”, aponta Vieira.
Estados como Amazonas e Paraíba já possuem parceria semelhante. Lá, foram trabalhadas alternativas off-line, ou com pequena necessidade de uso de dados, devido à dificuldade verificada com a velocidade e qualidade do sinal de internet.
“Este não é apenas um problema dos estados brasileiros, mas de toda a América Latina e dos países emergentes”, explica Rodrigo, garantindo que as plataformas podem ser adaptadas e utilizadas nas escolas do interior.
O lançamento da parceria ocorreu no Palácio da Justiça e reuniu os 30 Coordenadores Regionais de Educação do Estado.

Como Criar uma 'Word Cloud' (Nuvem de Palavras) com o Tagxedo?

As nuvens de palavras ('Word clouds' ou 'Tag clouds') são imagens formadas com palavras de várias fontes. Estas palavras podem ser extraídas de uma aula, de um site, poema, história ou mesmo palavras aleatórias de sua escolha. Diferentes imagens podem ser criadas com estas palavras, como um anjo ou a palavra "love" (amor em inglês). A quantidade de vezes que uma única palavra é colocada em um 'word cloud' determinará o tamanho daquela palavra dentro do objeto de sua escolha (i.e., quanto mais vezes uma palavra for mencionada, maior ela será na imagem). Há várias razões para fazer uma word cloud, como por arte, memorização de palavras ou conceitos ou qualquer outro motivo. O divertido é que você pode ser bastante criativo sem precisar dominar qualquer habilidade em especial.

Veja os passos a seguir!!!

Pequeno Tutorial sobre o Tagul


Compartilhando saberes....muito legal!!!


Ferramentas on-line para criar nuvens de palavras

Edgar Costa



Já utilizei por diversas vezes nuvens de palavras na sala de aula. São um detalhe visual que funciona muito bem em algumas atividades. Por exemplo, ao gerar uma nuvem de palavras sobre um determinado texto dá uma visão geral aos alunos dos conceitos e termos com mais destaque nos conteúdos.
Comecei por usar o Wordle, a ferramenta mais popular de gerar nuvens de palavras, mas nos últimos tempos apareceram outros serviços, que permitem iguais ou diferentes resultados que pretendo dar a conhecer com este artigo.

tagul
tagul
O Tagul é a minha ferramenta favorita para gerar nuvens de palavras. A principal vantagem está na possibilidade de gerar a nuvem de palavras em cima de formas personalizadas. Mas as funcionalidades não ficam por aqui. É possível criar uma nuvem a partir de um endereço web ou de um texto e ainda eliminar ou adicionar palavras desejadas. A configuração estética da nuvem está cheia de opções: tipo de letra, cores, fundo, forma gráfica, etc.
A utilização deste serviço requer registo de utilizador no site e o plugin do Adobe Flash instalado no computador.

tagcrowd
tagcrowd
O TagCrowd é o serviço mais simples desta lista e ao mesmo tempo o que menos opções de personalização tem. Processa as palavras através de um endereço web, de um texto ou do envio de um ficheiro e não existe a possibilidade de escolher a cor ou o layout/forma da nuvem.
No final é possível guardar o resultado em PDF ou efetuar a impressão.

wordsift
wordsift





O Wordsift é um serviço desenvolvido pela Universidade de Stanford e permite além de criar uma nuvem de palavras a observação e o estudo de grupos de palavras.
Não é o serviço que recomendo para criar uma nuvem de palavras, no entanto, está aqui uma ferramenta que pode ser muito bem aproveitada pelos professores de português na análise de textos e na criação de didáticas com ferramentas tecnológicas.

wordle
O Wordle dispensa apresentação. É provavelmente o serviço de criação de nuvens de palavras mais popular, mas na minha opinião é amplamente ultrapassado ao nível de usabilidade e funcionalidades pelo Tagul.
Este serviço não requer registo para ser utilizado. É desenvolvido em Java e necessita deste software instalado no computador.

Reflexões sobre o Ensinar e o Aprender

“Quando entro numa sala de aula devo estar sendo um ser aberto a indagações, à curiosidade, às perguntas de meus alunos, a suas inibições; um ser crítico e inquiridor, inquieto em face da tarefa que tenho – a de ensinar e não a de transferir conhecimento.”  Paulo Freire

Tomo as palavras de Paulo Freire para, a partir delas, alinhavar estas breves reflexões sobre as relações entre professor e aluno no contexto cotidiano da sala de aula.

Os altos níveis de fracasso escolar verificados nos diferentes graus de ensino, somados ao desinteresse e à melancolia em relação aos saberes escolares cotidianamente expressos por inúmeros alunos, expressam um profundo estranhamento na base destas relações.

Identificar professor com ensino e aluno com aprendizagem, como costuma acontecer, aponta uma forma de compreender a sala de aula como um espaço assimétrico e vertical, onde o professor desempenha tarefas centrais a partir das quais constitui-se o lugar dos alunos.

Há, nesta perspectiva, um modo autoritário de compreender a escola e a prática pedagógica, que dicotomiza o cenário, produzindo polaridades e separações. A um professor que transmite e classifica, corresponde um aluno que absorve e decora.

Pois bem, (re)significar estes ligares implica reconhecer professor e aluno enquanto parceiros no processo de construir saberes que aproximem curricularmente tanto o que foi produzido pela humanidade nos diferentes campos ao longo da história, quantos os conhecimentos que são gerados no cenário social em que ambos estão envolvidos.

Conferir ao alunos esse lugar de quem já sabe algo quando entra na escola ou quando começa uma nova disciplina, constitui-se condição “sine qua non” para transformar o quadro desalentador mencionado.
Não se trata de confundir as funções: o professor segue sendo quem organiza, promove, articula e, sobretudo, faz as mediações necessárias à concretização cotidiana do projeto educativo no âmbito da sala de aula. Contudo, o faz a partir da escuta, da investigação, do respeito à trajetória social e pessoal do aluno.

Paulo Freire fala de ensinar e não de transferir conhecimento. O ensino pressupõe aprendizagem. Se o aluno não aprende, o estranhamento se explica.
Se o aluno não aprende, o professor há que revisar o caminho que percorre no processo de ensinar.
Nesta perspectiva, podemos pensar em relações(re)inventadas entre professor e aluno, num contexto escolar que de fato eduque, que de fato “escute” o tempo e o espaço em que está circunscrito e que, a ele, dê respostas diferenciadas e qualificadas..
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FONTE: AQUI